Talvez seja um vislumbre, essa linha paralela que acompanha o
suspiro equilibrista deste carreiro dormente.
Talvez seja só uma lâmina a esventrar a falta de senso.
Talvez seja a pulsão que assalta o peito e invade a líbido.
Talvez seja o resgate de um eco que apelou à tua chegada.
Talvez seja o lume da
condicionalidade que deflagra a cada aceno que te dirijo.
Talvez seja, sim.
Talvez não.
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