Não há início.
Não há final.
Há o contínuo, que não nasce nem morre.
Não há presente.
Não há tempo.
Há, na consciência, o que adotamos.
Há isto de comunicar através do nome que se dá a tudo o que
julgamos perder, por julgarmos ganhar.
Há o que decidimos qualificar e quantificar pela posse ilusória.
Há tempo.
Há presente.
Não há continuidade, porque tudo o que nasce, morre.
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