É Setembro. Desde o silêncio à chuva de verão.
Reabres a luz das vidraças e a paisagem surge num assobio de
vento.
Eis que o barulho vagaroso de uma rua, admira a pele
clara dos teus braços.
Amanhã será ainda Setembro, independentemente do que o envolva.
para Rita Alves
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