17.9.14

É Setembro. Desde o silêncio à chuva de verão.

Reabres a luz das vidraças e a paisagem surge num assobio de vento.
Eis que o barulho vagaroso de uma rua, admira a pele clara dos teus braços.

Amanhã será ainda Setembro, independentemente do que o envolva.


para Rita Alves

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